As reivindicações são pela melhoria no sistema de segurança do hospital para garantir mais tranquilidade aos funcionários e usuários; pela qualificação do sistema de informação e identificação de pacientes no sentido de reduzir o risco de erros no atendimento e pela concessão de trocas e substituições de plantões entre os servidores, visando manter as equipes completas para prestar melhor assistência.
Segundo a vice-presidente do Sindifort, Ana Miranda, o estado de greve é uma consequência da insatisfação dos servidores. "O estado é para iniciar um trabalho junto à população para alertar o risco iminente de uma greve", informou ao O POVO Online.
Está agendada uma nova reunião no próximo dia 8 de outubro, às 8h, no IJF, para decidir se haverá ou não greve geral da categoria. No caso de deflagrada a paralisação, os atendimentos de urgência e emergência serão mantidos e 30% dos servidores permanecerão trabalhando nos demais setores.
FONTE: O POVO
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