Jeito de andar indica se mulher é “mal comida”, diz estudo
Uma pesquisa feita pela Universidade Católica de Louvain e do Hospital Braine l’Alleud-Waterloo, ambos na Bélgica, onde foram filmadas mulheres (jovens e saudáveis, metade das quais já havia tido orgasmos) andando na rua. Depois, mostraram as imagens a sexologistas profissionais, que nada sabiam sobre a vida das moças.
A ideia era ver se os caras conseguiriam perceber quais as mulheres que já haviam tido orgasmos e quais nunca tiveram.
E claro que eles foram capazes de adivinhar o “status orgásmico” (não é piada, eles chamam assim mesmo) das voluntárias em 81,25% das vezes.
E ainda deram a dica de como descobrir: “um observador perspicaz pode deduzir a experiência feminina com orgasmos vaginais a partir de uma passada que compreende fluidez, energia, sensualidade, liberdade e ausência de músculos tanto flácidos quanto ‘travados’”, dizem os caras no estudo. Fácil, fácil, né?
Agora poderemos saber as mal comidas, só de vê-las andar!
O sucesso da namorada afeta a autoestima do homem, diz estudo
Pesquisadores da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, convidaram 32 casais heterossexuais para testar até que ponto o sucesso do parceiro abala a autoestima do outro. Cada um deles passou por uma prova que media a inteligência e social e capacidade de resolver problemas. Eles tinham de descobrir qual era a melhor saída para cinco situações hipotéticas, como problemas em casa ou no trabalho. Ao final, um dos pesquisadores contava a cada pessoa, separadamente, que o parceiro tinha se saído extremamente bem ou muito mal. Só que não revelaram a nenhum dos participantes como havia sido seu próprio desempenho.
Aí, em seguida, todos responderam a algumas perguntas para ver como andava a autoestima. Além desse teste explícito, os pesquisadores também aplicaram um teste implícito de autoestima – funciona mais ou menos assim: aparecem na tela do computador palavras associadas a você ou sobre outra pessoa e você precisa classificar, em segundos, como boa ou ruim. A partir disso, os pesquisadores conseguiam ver como, de fato, cada um estava e se sentindo.
E, olha só, os homens escondiam, mas os testes implícitos mostravam que o sucesso da namorada afetava a autoestima deles. Sim, eles se sentiam péssimos quando descobriam que elas haviam se saído bem nas provas – mesmo sem saber se eles também tiveram bons resultados! É que, para eles, o sucesso delas parece ser uma ameaça, como se elas fossem abandoná-los.
Pois é, nem o amor cura o machismo.
FONTE: NOTICIAS BIZARRAS.
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