Cantora apresenta turnê mundial em Fortaleza, interage com o público e mostra a potência de sua voz
Com pouco menos de 30 minutos de atraso, às 21h, a cantora Beyoncé subiu, ontem, ao palco montado na Arena Castelão, em Fortaleza. Estava iniciada a etapa brasileira da sua turnê mundial The Mrs. Carter Show, que passa ainda por Belo Horizonte (11), Rio de Janeiro (no festival Rock in Rio, 13), São Paulo (15) e Brasília (17).
Durante toda a apresentação, Beyoncé, que demonstra satisfação em estar no palco, canta, dança e rebola, sem perder o fôlego nem desafinar. A produção da artista não permitiu a entrada de fotógrafos no Castelão Fotos: Site Oficial/Divulgação
Um grande telão móvel horizontal (que podia ir de cima a baixo do palco) anunciou a entrada da artista, com imagens relacionadas ao vídeo promocional da turnê, inspirado no universo da monarquia, no qual Beyoncé aparece como rainha.
Ao subir, o telão revelava os bailarinos no palco e, em seguida, a cantora em um collant todo de pérolas. Nada muito diferente de outros shows da turnê, que já passou por várias cidades da Europa e dos Estados Unidos.
A música de abertura, como esperado, foi um grande hit, Run The World (Girls), seguida de outra bastante aguardada, End of Time, ambas do último disco da cantora, “4”. Ao fim, uma bonita chuva de fogos.
Na sequência, Beyoncé cumprimentou o público (chamando o nome da cidade) e elogiou o País, dizendo-se feliz por estar aqui novamente. Mudando de tom, mandou a balada Flaws and All. Sem tanta pirotecnia ou coreografia, é o tipo de momento que evidencia melhor a impressionante potência vocal da cantora. A apresentação seguiu a mescla de hits, com músicas de diferentes momentos de sua carreira, como Get me Bodied, If I Were a Boy, Baby Boy, Naughty Girl, Halo, Crazy in Love e Single Ladys (Put a Ring on It).
Enxertos de vídeos separam diferentes momentos do show, com troca de cenário, de figurinos da cantora e dos bailarinos. No fim das contas, a combinação entre esses elementos, somados aos vídeos, transforma o show em um espetáculo, que segue determinado conceito e quase conta uma história. Nesse meio tempo, algumas vezes a música cai para segundo plano.
Nas arquibancadas do Castelão, áreas vazias denunciavam um público modesto, claro, se comparado à lotação máxima do show de Paul McCartney no mesmo local – 50 mil pessoas. O mesmo se verificava no frontstage. Quarenta mil pessoas eram esperadas para o evento, mas, segundo a organização, 35 mil com pareceram.
Beyoncé, no entanto, aparentemente não faz diferença entre plateias grandes e pequenas. Interage com o público, pede participação, canta, dança e rebola durante todo o show, sem perder o fôlego ou, mais impressionante, desafinar.
Outra qualidade da cantora é a simpatia, que passa genuína satisfação de estar no palco. Uma bonita demonstração disso foi quando, durante a música Halo, citou o nome do fotógrafo André Salgado, de Fortaleza, morto em acidente em maio deste ano, quando realizava um trabalho. André era fã da cantora e iria ao show. A homenagem foi requisitada por amigos e conhecidos do jovem, em uma mobilização pelas redes sociais.
Com pouco menos de 30 minutos de atraso, às 21h, a cantora Beyoncé subiu, ontem, ao palco montado na Arena Castelão, em Fortaleza. Estava iniciada a etapa brasileira da sua turnê mundial The Mrs. Carter Show, que passa ainda por Belo Horizonte (11), Rio de Janeiro (no festival Rock in Rio, 13), São Paulo (15) e Brasília (17).
Um grande telão móvel horizontal (que podia ir de cima a baixo do palco) anunciou a entrada da artista, com imagens relacionadas ao vídeo promocional da turnê, inspirado no universo da monarquia, no qual Beyoncé aparece como rainha.
Ao subir, o telão revelava os bailarinos no palco e, em seguida, a cantora em um collant todo de pérolas. Nada muito diferente de outros shows da turnê, que já passou por várias cidades da Europa e dos Estados Unidos.
A música de abertura, como esperado, foi um grande hit, Run The World (Girls), seguida de outra bastante aguardada, End of Time, ambas do último disco da cantora, “4”. Ao fim, uma bonita chuva de fogos.
Na sequência, Beyoncé cumprimentou o público (chamando o nome da cidade) e elogiou o País, dizendo-se feliz por estar aqui novamente. Mudando de tom, mandou a balada Flaws and All. Sem tanta pirotecnia ou coreografia, é o tipo de momento que evidencia melhor a impressionante potência vocal da cantora. A apresentação seguiu a mescla de hits, com músicas de diferentes momentos de sua carreira, como Get me Bodied, If I Were a Boy, Baby Boy, Naughty Girl, Halo, Crazy in Love e Single Ladys (Put a Ring on It).
Enxertos de vídeos separam diferentes momentos do show, com troca de cenário, de figurinos da cantora e dos bailarinos. No fim das contas, a combinação entre esses elementos, somados aos vídeos, transforma o show em um espetáculo, que segue determinado conceito e quase conta uma história. Nesse meio tempo, algumas vezes a música cai para segundo plano.
Nas arquibancadas do Castelão, áreas vazias denunciavam um público modesto, claro, se comparado à lotação máxima do show de Paul McCartney no mesmo local – 50 mil pessoas. O mesmo se verificava no frontstage. Quarenta mil pessoas eram esperadas para o evento, mas, segundo a organização, 35 mil com pareceram.
Beyoncé, no entanto, aparentemente não faz diferença entre plateias grandes e pequenas. Interage com o público, pede participação, canta, dança e rebola durante todo o show, sem perder o fôlego ou, mais impressionante, desafinar.
Outra qualidade da cantora é a simpatia, que passa genuína satisfação de estar no palco. Uma bonita demonstração disso foi quando, durante a música Halo, citou o nome do fotógrafo André Salgado, de Fortaleza, morto em acidente em maio deste ano, quando realizava um trabalho. André era fã da cantora e iria ao show. A homenagem foi requisitada por amigos e conhecidos do jovem, em uma mobilização pelas redes sociais.
Conforme a organização, 35 mil pessoas compareceram à apresentação. O público curtiu enxertos de vídeos, que separam diferentes momentos do show, com troca de cenário, de figurinos da cantora e dos bailarinosColetiva
O mesmo foi possível perceber na coletiva de imprensa, realizada poucas horas antes do início do show. Beyoncé respondeu a três perguntas dos jornalistas. Pela primeira vez ela trouxe em turnê a filha Blue Ivy Carter, de um ano e oito meses, fruto do casamento com o rapper Jay-Z (cujo nome real, Shawn Corey Carter, inspirou o nome do show). “Fico feliz em alcançar esse equilíbrio (entre trabalho e família). Tenho orgulho de meu trabalho proporcionar a ela, em tão pouca idade, vivenciar diferentes culturas”, comentou.
Sobre o Brasil, a cantora só tinha elogios. “É um povo de tanta paixão e espírito, estava mesmo querendo voltar. O Brasil é um dos meus lugares favoritos no mundo”, resumiu.
Segundo a artista, de todas as suas turnês, a The Mrs. Carter Show foi a que mais recebeu investimentos tecnológicos. “Procuro sempre trazer algo novo. Um show deve ser poderoso mesmo só com um microfone, o que importa é a música e a interação com o público. Mas adoro misturar minhas paixões no palco, colocar dança, teatro”, explicou.
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE
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