
O julgamento aconteceu 22 anos e seis meses após Lucy ter assassinado o seu companheiro José Samid Lucas de Sousa, cujo cadáver foi encontrado dentro de sua casa, na Rua Juviniano Barreto, no dia 9 de abril de 1990. Pelos requintes de perversidade, o crime chocou e revoltou os cratenses na época. De acordo com os autos, Samir começou a ser esfaqueado no quarto e as manchas de sangue se estenderam até o banheiro como se o rapaz fora arrastado pela casa.
Ela decepou as pernas e extraiu boa parte dos músculos colocando pedaços do corpo dentro de uma panela de alumínio e do vaso sanitário para ocultar numa cena macabra jamais vista. Lucy ainda teria tentado descarregar no sanitário, mas não conseguiu pelo grande volume de carnes atiradas no vaso. O pênis de Samid e os testículos se encontravam na panela de acordo com o perito criminal. No local, a polícia encontrou um esmeril com o qual, provavelmente, ela amolava a faca.
Lucy esteve um tempo foragida e ficou presa durante cerca de um ano decretada pelo então juiz Luiz Otávio Brígido Memória. Ela ainda chegou a acusar o seu ex-marido, Antonio Aldivan Pereira, de envolvimento no crime. Só três anos após o Promotor de Justiça, Francisco Leitão Moura, pronunciou a acusada. Ele pediu novamente a prisão concedida pela juíza Maria Zilma Barbosa Capibaribe, mas Lucy já tinha fugido.
Fonte: Site Miséria

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