Mais um julgamento à revelia foi realizado pelo Tribunal do Júri nesta terça-feira no Fórum Desembargador Juvêncio Santana em Juazeiro do Norte. Moisés Alves Xavier está foragido e foi intimado por meio de edital, mas não compareceu para sentar no banco dos réus. Mesmo assim, foi condenado a nove anos de prisão em regime fechado já que o representante do Ministério Público refutou a tese de legítima defesa erguida pela defensoria pública.
Ele é acusado de ter assassinado a tiros o Soldado da Polícia Militar Martins Sabino da Silva na madrugada do dia 24 de junho de 1988. De acordo com os autos, Moisés estava indo para sua residência com duas filhas e o genro, José Novinho Tenório da Silva, quando avistou um filho menor de idade em companhia de supostos marginais. A decisão de retirá-lo do grupo gerou uma confusão e a polícia foi acionada pelos rapazes.
Os PMs Santos e Sabino foram ao local e Moisés já tinha saído com sua família quando os militares decidiram procurá-lo encontrando-os na Rua Abel Sobreira. Houve um grande conflito entres os soldados, Moisés, seu filho e o genro, culminando com a morte do PM Sabino e lesões corporais no PM Santos, bem como no genro Novinho Tenório. O acusado negou a autoria do crime afirmando ter a arma disparado acidentalmente.
Disse mais que seu filho, então adolescente, se apoderou da arma do PM Santos e disparou contra Sabino que já estava ferido. A defesa de Moisés alegou legítima defesa própria e do genro, enquanto o PM Santos afirmou que o acusado e o filho mataram seu colega. No dia da confusão, Novinho saiu lesionado e foi socorrido ficando internado no Hospital Santo Inácio. No dia seguinte, o mesmo foi executado no leito do hospital e o então secretário de segurança pública do Ceará, Moroni Torgan, atribuiu esse homicídio a policiais militares vingando a morte do colega.
Ele é acusado de ter assassinado a tiros o Soldado da Polícia Militar Martins Sabino da Silva na madrugada do dia 24 de junho de 1988. De acordo com os autos, Moisés estava indo para sua residência com duas filhas e o genro, José Novinho Tenório da Silva, quando avistou um filho menor de idade em companhia de supostos marginais. A decisão de retirá-lo do grupo gerou uma confusão e a polícia foi acionada pelos rapazes.
Os PMs Santos e Sabino foram ao local e Moisés já tinha saído com sua família quando os militares decidiram procurá-lo encontrando-os na Rua Abel Sobreira. Houve um grande conflito entres os soldados, Moisés, seu filho e o genro, culminando com a morte do PM Sabino e lesões corporais no PM Santos, bem como no genro Novinho Tenório. O acusado negou a autoria do crime afirmando ter a arma disparado acidentalmente.
Disse mais que seu filho, então adolescente, se apoderou da arma do PM Santos e disparou contra Sabino que já estava ferido. A defesa de Moisés alegou legítima defesa própria e do genro, enquanto o PM Santos afirmou que o acusado e o filho mataram seu colega. No dia da confusão, Novinho saiu lesionado e foi socorrido ficando internado no Hospital Santo Inácio. No dia seguinte, o mesmo foi executado no leito do hospital e o então secretário de segurança pública do Ceará, Moroni Torgan, atribuiu esse homicídio a policiais militares vingando a morte do colega.
FONTE: SITE MISÉRIA

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