Breaking News
Loading...
terça-feira, 7 de agosto de 2012

Info Post

Professores das universidades e institutos federais de ensino superior continuam sem perspectiva de voltar às aulas. Três entidades sindicais se recusaram a firmar acordo com o governo, mantendo a paralisação. Apenas uma delas aceitou a proposta de reajuste e de reestruturação da carreira.



Recusaram a proposta o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).
Somente a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) aceitou, na ultima sexta-feira (3), a proposta do governo, que prevê reajustes de 25% a 40% até 2015 e diminuição do número de níveis de carreira de 17 para 13.
Negociações encerradas
Para a presidenta da Andes-SN, Marinalva Oliveira, o governo não foi coerente. “Para nossa indignação, só uma manifestou ter aceitado, e o governo anunciou que as negociações estavam encerradas. De maneira unilateral, suspendeu qualquer tentativa de acordo”, afirmou.
O coordenador-geral do Sinasefe, Gutemberg Almeida, também discorda da proposta apresentada e classificou de “intransigente” a atitude do governo ao encerrar as negociações. “O governo assinou o acordo com uma entidade que não representa a maioria dos docentes”, disse.
Autonomia das entidades
Dados do Andes-SN e do Sinasefe indicam que a paralisação atinge 57 das 59 universidades federais, além de 34 dos 38 institutos federais de educação tecnológica.  O Proifes representa sete universidades federais e um instituto técnico do país.
Apesar disso, cada entidade tem autonomia para decidir pela continuidade da greve, independentemente de acordo firmado. A expectativa do Proifes é realizar assembleias na próxima semana, para decidir se os professores voltam ao trabalho.
No Ceará, estão em greve desde junho professores da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFCE).
Segundo a secretária adjunta de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Marcela Tapajós, ainda é cedo para falar em novas propostas, caso a greve continue. “Vamos monitorar os próximos dias muito atentamente. Qualquer avaliação é prematura agora, mas não queremos subestimar a situação”.

FONTE:http://www.vejajuazeiro.com.br/

0 comentários:

Postar um comentário

DEIXE O SEU COMENTÁRIO!
Confira nossa matéria e deixe seu comentário.
A sua opinião é muito importante para nós.

DIREÇÃO Portal de Noticias FALA SÉRIO CARIRI

Um Produto Com a Marca e Qualidade ELITE COMUNICAÇÕES LTDA. CNPJ:16.727.660/0001-09. JUAZEIRO DO NORTE-CE Todos os Direitos Reservados.